<340 ns Por decisão
<600 ps Op. lógica
2.9M/sec Débito
On-premise nativo Sem runtime na nuvem

Princípios de Arquitetura

Os princípios fundamentais que regem o desenho estrutural do runtime de decisão provável.

Modelo de Resolução Determinística

O modelo de resolução produz resultados idênticos com as mesmas entradas, versão de política e conjunto de evidências. Não existe componente estocástico, ponderação ponderada nem reinterpretação contextual das entradas. A função de avaliação é um mapeamento puro de entradas estruturadas para saídas estruturadas. Este determinismo é uma garantia em tempo de compilação, não uma aspiração em tempo de execução. Qualquer avaliação pode ser independentemente reproduzida por qualquer parte com acesso às mesmas entradas e definição de política.

Acumulação de Evidências

A evidência é submetida, carimbada temporalmente e selada antes de participar em qualquer avaliação. Cada peça de evidência é um registo imutável. A evidência acumula-se ao longo do ciclo de vida de uma decisão — nunca é substituída, sobrescrita ou retroativamente modificada. O conjunto de evidências no momento da resolução constitui a base completa e verificável para o resultado. Nenhuma fonte de dados externa, pressuposto implícito ou entrada não registada influencia a avaliação.

Limiares de Governança

Os resultados da resolução são determinados por limiares de governança definidos na camada de políticas. Os limiares são explícitos, auditáveis e versionados. Definem as condições sob as quais a evidência é suficiente para produzir uma resolução definitiva versus um resultado indeterminado. A modificação de limiares segue um processo de governança controlado com histórico completo de versões. Nenhuma alteração de limiar entra em vigor retroativamente — todas as resoluções anteriores permanecem vinculadas à configuração de limiares ativa no momento da avaliação.

Supervisão Humana

A infraestrutura produz saídas de avaliação estruturadas que informam os operadores humanos. Não executa autonomamente consequências, não desencadeia ações externas nem impõe resultados sem autorização humana explícita. Os resultados indeterminados — quando a evidência é insuficiente para uma resolução definitiva — são apresentados como um tipo de resultado de primeira classe, especificamente concebido para requerer revisão humana. O sistema é um instrumento da tomada de decisão humana, não um substituto para ela.

Integridade do Rasto de Auditoria

Cada avaliação, cada peça de evidência submetida e cada alteração de versão de política é registada num rasto de auditoria append-only. Os serviços de runtime podem apenas inserir registos — não podem atualizar nem eliminar entradas existentes. As revogações são representadas como novos registos, não como eliminações. O rasto de auditoria fornece um histórico completo, cronologicamente ordenado e à prova de adulteração de toda a atividade do sistema. Esta integridade é aplicada ao nível da base de dados através de controlos de acesso baseados em funções e restrições de esquema, independentemente da lógica aplicacional.

Sem Inferência Probabilística Sem Limiar

A infraestrutura não emprega inferência probabilística, modelagem estatística ou aprendizagem automática para determinar os resultados da avaliação. Quando medidas de probabilidade ou confiança estão associadas a evidências, são tratadas como dados de entrada estruturados — não como mecanismos de tomada de decisão. A função de resolução aplica lógica determinística contra limiares de governança. Não há ponderação implícita, atualização bayesiana nem otimização baseada em gradientes no caminho de avaliação. Cada resultado é a consequência direta de regras de política aplicadas a evidências, sem qualquer camada probabilística intermédia.

Consulte a arquitetura de segurança

Os princípios arquiteturais são reforçados por controlos de segurança estruturais em cada camada da infraestrutura.

Arquitetura de Segurança

Arquitetura de Três Camadas

O OmegaOS está estruturado em três camadas distintas e componíveis. Cada camada tem um âmbito definido, limites claros e interfaces explícitas.

Camada 1 — Camada de Governança de Execução

O motor de avaliação determinística. Recebe pedidos de autorização, avalia-os contra evidências registadas e políticas, e produz resultados de três estados (Permitir / Negar / Indeterminado). Todos os resultados são registados no registo append-only. Esta camada não executa consequências — produz decisões estruturadas.

Camada 2 — Camada de Evidências & Conformidade

A camada de auditoria e atestação. Gere a submissão de evidências, a montagem da cadeia de prova e a exportação de pacotes de evidência. Produz artefactos JSONL com hashes de integridade SHA-256 e atestação Ed25519 opcional. Os pacotes de evidência são autocontidos e verificáveis offline — sem necessidade de acesso ao sistema por parte do auditor.

Camada 3 — Camada de Aplicação de Políticas & Supervisão Humana

A interface de governança e supervisão. Apresenta resultados indeterminados para revisão humana. Gere o versionamento de políticas, limiares de governança e transições de modo (Observe → Shadow → Enforce). Os operadores humanos retêm autoridade total sobre as decisões de aplicação. O sistema é um instrumento da tomada de decisão humana, não um substituto para ela.