Princípios de Arquitetura
Os princípios fundamentais que regem o desenho estrutural do runtime de decisão provável.
Modelo de Resolução Determinística
O modelo de resolução produz resultados idênticos com as mesmas entradas, versão de política e conjunto de evidências. Não existe componente estocástico, ponderação ponderada nem reinterpretação contextual das entradas. A função de avaliação é um mapeamento puro de entradas estruturadas para saídas estruturadas. Este determinismo é uma garantia em tempo de compilação, não uma aspiração em tempo de execução. Qualquer avaliação pode ser independentemente reproduzida por qualquer parte com acesso às mesmas entradas e definição de política.
Acumulação de Evidências
A evidência é submetida, carimbada temporalmente e selada antes de participar em qualquer avaliação. Cada peça de evidência é um registo imutável. A evidência acumula-se ao longo do ciclo de vida de uma decisão — nunca é substituída, sobrescrita ou retroativamente modificada. O conjunto de evidências no momento da resolução constitui a base completa e verificável para o resultado. Nenhuma fonte de dados externa, pressuposto implícito ou entrada não registada influencia a avaliação.
Limiares de Governança
Os resultados da resolução são determinados por limiares de governança definidos na camada de políticas. Os limiares são explícitos, auditáveis e versionados. Definem as condições sob as quais a evidência é suficiente para produzir uma resolução definitiva versus um resultado indeterminado. A modificação de limiares segue um processo de governança controlado com histórico completo de versões. Nenhuma alteração de limiar entra em vigor retroativamente — todas as resoluções anteriores permanecem vinculadas à configuração de limiares ativa no momento da avaliação.
Supervisão Humana
A infraestrutura produz saídas de avaliação estruturadas que informam os operadores humanos. Não executa autonomamente consequências, não desencadeia ações externas nem impõe resultados sem autorização humana explícita. Os resultados indeterminados — quando a evidência é insuficiente para uma resolução definitiva — são apresentados como um tipo de resultado de primeira classe, especificamente concebido para requerer revisão humana. O sistema é um instrumento da tomada de decisão humana, não um substituto para ela.
Integridade do Rasto de Auditoria
Cada avaliação, cada peça de evidência submetida e cada alteração de versão de política é registada num rasto de auditoria append-only. Os serviços de runtime podem apenas inserir registos — não podem atualizar nem eliminar entradas existentes. As revogações são representadas como novos registos, não como eliminações. O rasto de auditoria fornece um histórico completo, cronologicamente ordenado e à prova de adulteração de toda a atividade do sistema. Esta integridade é aplicada ao nível da base de dados através de controlos de acesso baseados em funções e restrições de esquema, independentemente da lógica aplicacional.
Sem Inferência Probabilística Sem Limiar
A infraestrutura não emprega inferência probabilística, modelagem estatística ou aprendizagem automática para determinar os resultados da avaliação. Quando medidas de probabilidade ou confiança estão associadas a evidências, são tratadas como dados de entrada estruturados — não como mecanismos de tomada de decisão. A função de resolução aplica lógica determinística contra limiares de governança. Não há ponderação implícita, atualização bayesiana nem otimização baseada em gradientes no caminho de avaliação. Cada resultado é a consequência direta de regras de política aplicadas a evidências, sem qualquer camada probabilística intermédia.
Consulte a arquitetura de segurança
Os princípios arquiteturais são reforçados por controlos de segurança estruturais em cada camada da infraestrutura.
Arquitetura de Segurança